terça-feira, 1 de agosto de 2017

Resenha: A girl like her

Título Original: A girl like her
Direção: Amy S. Weber
Data de lançamento: 27 de março de 2015

 Sinopse: Aos 16 anos, Jessica Burns guarda um segredo. A única pessoa que o conhece é seu melhor amigo, Brian Slater. Durante o ano, ela tem sofrido com as maldades da sua ex-melhor amiga, Avery Keller, uma das alunas mais bonitas e populares da escola. O que se pode fazer quando o mundo vê a imagem de uma pessoa que não corresponde a realidade? Com a ajuda de Brian e uma câmera, as imagens das maldades de Avery são filmadas e finalmente mostradas a todos, fazendo com que as duas garotas e suas famílias tenham que encarar a verdade.


 Minha opinião: Apesar de ser um filme lançado em 2015, eu só o conheci recentemente ao fazer pesquisas na netflix para assistir alguma coisa em uma dessas noites de tédio. A resenha da plataforma não me agradou então decidi procurar por blogs e tentar encontrar alguma coisa, entre as poucas resenhas que achei, a maioria falava de uma forma positiva, então decidi dar uma chace.
 O formato do filme é a imitação de um documentário, uma equipe de televisão está gravando em uma escola que se tornou destaque em notas entre as escolas públicas dos Estados Unidos, porém acontece uma tentativa de suicídio com uma das garotas dessa escola. Então o documentário muda o foco para a esse ocorrido.
 Os alunos da escola relatam que presenciaram um bullying forte contra Jessica por parte de Avery, que costumava ser sua melhor amiga, e que talvez, esse possa ter sido motivo da tentativa de suicídio.
 A equipe do documentário passa então a dar voz a Avery, para descobrir a raiz do problema e para que possamos conhecer melhor o outro lado da história.
 Entre esses acontecimentos, também conhecemos o melhor amigo de Jessica, que está sempre gravando suas conversas e desabafos e tem a ideia de colocar uma câmera escondida na garota para que as ameaças e violência possam ser gravados.
 A ideia do filme é de certa forma boa, porém na minha opinião, decepcionou bastante, todo o potencial não foi aproveitado da forma que poderia ter sido. A dinâmica do filme me irritou ao extremo, forçaram um filme em um formato que não colou, tudo que enxergamos vieram de três ponto de vista: a câmera do documentário, a câmera de Brian, o amigo de Jessica e a câmera escondida que ela mesma carregava em seu colar. E por ter a necessidade de fazer fazer a história desenrolar nesse formato, em alguns momentos a famosa barra foi forçada. As vezes Jessica e Brian estavam conversando e enquanto ela chorava abalada em seu desabafo, ali estava ele com a câmera apontada na cara da menina. Ou até mesmo quando os pais dela estão no hospital, conversando com ela em coma e a equipe do documentário está ali na sala, com toda tranquilidade, desrespeitando totalmente o espaço da família e da vítima, até mesmo quando eles filmavam a família em casa esperando respostas, eu só conseguia pensar que família aceitaria documentar esse momento, enquanto uma pessoa amada está no hospital e pode não sobreviver. Enfim, no meu ponto de vista, foi um filme mal executado.
 Sobre os motivos da Avery, tudo ficou muito confuso ainda na minha cabeça. Elas costumavam ser grandes amigas, mas os motivos dessa amizade ter chegado ao fim e se iniciado o bullying não foi deixado claro.
 O final não me surpreendeu, eu simplesmente desliguei e senti que perdi alguns minutos a toa. Lembrando que, esse assunto é de extrema importância, e deveria sim ser mais aproveitado, porém, infelizmente não gostei da forma que foi abordado em A girl like her.
 Espero que tenham gostado da resenha, me digam se já assistiram, e o que acharam, afinal, cada um de nós possui sua própria opinião e isso é o que importa!
 Beijos!

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Resenha: O mínimo para viver

Título: O mínimo para viver
Título Original: To the bone
Direção: Marti Noxon
Data de lançamento: 14 de julho de 2017 (Netflix)
 
 Sinopse: Uma jovem (Lily Collins) está lidando com um problema que afeta muitos jovens no mundo: a anorexia. Sem perspectivas de se livrar da doença e ter uma vida feliz e saudável, a moça passa os dias sem esperança. Porém, quando ela encontra um médico (Keanu Reeves) não convencional que a desafia a enfrentar sua condição e abraçar a vida, tudo pode mudar.

 Minha opinião: Eu comecei a assistir ao filme sem grandes pretensões, qualquer série ou filme que aborte um tema tão pesado como esse, principalmente no mundo jovem, eu fico com certo receio. Além do mais, por ser uma produção da Netflix que recentemente se envolveu em uma grande polêmica com a produção da série 13 reasons why, ao reproduzir o suicídio de uma adolescente de forma até mesmo considerada irresponsável. Coisa que na minha opinião, não ocorreu com o filme da Lily Collins.
 Uma das minhas coisas preferidas no filme, foi o personagem Luke (Alex Sharp). Luke é um artista, espontâneo, talentoso, divertido, confiante e repleto de esperança, é o personagem que trás luz ao filme, mesmo possuindo uma história triste.
 Luke e Ellen (Lily Collins) se conhecem quando ela decide iniciar um tratamento novo para lidar com a anorexia, ela quase não tem esperanças de que pode conseguir algum resultado. E ao ser internada junto com outros jovens que também possuem algum distúrbio alimentar (apesar de não ser totalmente esclarecido, fica bem claro que nem todos possuem anorexia, até mesmo uma das personagens demonstra sofrer de compulsão alimentar) ela começa a enxergar as coisas com outros olhos. Mas não é fácil, e em diversos momentos senti uma aflição enorme ao imaginar que ela não conseguiria superar todos os acontecimentos até então.
 Outra coisa interessante no filme, é a forma como relatou a convivência familiar de Ellen, com a mãe separada do pai e casada com outra mulher, o pai completamente ausente, uma madrasta completamente egoísta e uma meia-irmã com quem possui talvez o melhor relacionamento entre todos de sua família. Em diversos momentos é possível ver o sofrimento da irmã ao vê-la passando por tudo aquilo, em como ela sente medo e como teve sua vida afetada com a doença de Ellen.
 Em geral eu esperava mais do final, não me surpreendeu, porém me agradou de certa forma, é um filme que não chega a ser pesado, porém algumas cenas são bastante fortes. E possui uma mensagem importante.
 Se você possui ou conhece alguém que dê algum indício de sofrer com qualquer transtorno alimentar, não hesite em procurar ajuda!
 Espero que tenham gostado, caso não tenham assistido ao filme, recomendo!
 Um beijo!

sábado, 22 de julho de 2017

Elenco de Para todos os garotos que já amei

Via Camila Rech
 Um dos meus livros preferidos está prestes a ganhar um espaço nas telas de cinema e eu não poderia deixar de falar sore a escolha do elenco. Os rostos escolhidos não são desconhecidos, os personagens ganharão vida atrás de atores que já estrelaram em X-man, The Fosters e Pretty Little Liars.

 Ainda não podemos julgar a escolha do elenco, pois tudo pode surpreender, mas não posso negar que passou longe da minha imaginação, e meu elenco ideal é completamente diferente. E é por isso que hoje eu resolvi mostrar para vocês um pouco do verdadeiro elenco e também um pouco do que eu havia imaginado. 



Lara Jean 
 No meu elenco ideal, a atriz que interpretaria a Laranjinha, seria a Arden Cho, porém a escolhida para o papel foi a Lana Condor. Eu não consigo imaginar a Lana em um papel tão doce como o de Lara, mas estou na torcida para que ela se dê super bem! 

Margot Song Covey
 Em minha mente, Jamie Chung era perfeita para o papel de irmã mais velha certinha e protetora. Sendo bem sincera eu não gostei da escolha de Janel Parrish como Margo. A Margot que eu imaginava era firme, porém com um semblante mais jovial. 

Peter Kavinsky
 Brandon Flynn é o mais próximo que temos do Peter da minha imaginação, e eu não gostei nadinha da escolha do Noah Centineo como meu Kavinsky, pode ser que sua atuação surpreenda, mas eu acho isso bem difícil, eu olho para o Noah e não consigo enxergar um traço de Peter nele, ao contrário do Brandon, que em diversos momentos na série 13RW me remeteu ao meu personagem preferido. 

Josh Sanderson
 Eu costumava imaginar o Nick Robinson como Josh, mas também não tenho nada a dizer sobre a escolha do Israel Broussard para o papel, pois não conheço o ator. Mas ele não é tão diferente daquilo que eu imaginava como Josh e estou apostando minhas fichas que ele irá se sair bem. 

John Ambrose McClaren e Genevieve
 Não foi divulgado o ator que interpretará meu querido Jonh (e nem se o mesmo estará presente neste filme) e nem a atriz para dar vida a Genevieve, mas eu apostaria em Lucas Till e Bella Thorne. 
 Sobre o ator John Corbett como pai e Anna Cathcart como Kitty eu não tenho nada a declarar, acho a Anna bem fofinha e consigo imagina-lá como Kitty. 
 E você, já leu os três livros sobre o romance de Lara Jean? O que achou da escolha do elenco? Adoraria saber! 
 Beijos!

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Why is everything so heavy?

 
  Este é um post sobre o Chester Bennington, mas acima de tudo, sobre sentimentos.
  Quem me acompanha no blog sabe que estou um tanto quanto sumida, não consigo postar com a frequência que conseguia antes, e isso se deve a toda a confusão de sentimentos instalados dentro de mim. Quando eu não consigo lidar com o que vem de dentro, tudo fica mais pesado do lado de fora também. 
  Recentemente eu tive que lidar com a perda do meu passarinho, e pode parecer bobagem, mas não tem sido fácil lidar com isso, porque é como se esse acontecimento fosse só o ponto de partida para todas as dores que não cansam de aparecer.
  Me vi perdendo amigos e amores, me vi deixando sonhos para trás e sem saber o que fazer com aqueles que não consigo descartar.
  Em meio a isso tudo, duas coisas me ajudaram a passar por isso: Deus e a música.
  Passei minha adolescência ouvindo Simple Plan, A7x e Linkin Park. Minhas bandas preferidas para sempre. E com o novo álbum do LP recentemente lançado, ouvir a voz do Chester todas as noites antes de dormir voltou a embalar meus sonhos. A voz que me fazia chorar, mas ao mesmo tempo, em cada lágrima, manter uma esperança e arranjar forças para continuar.
  A voz que me manteve viva, mas que não conseguiu sobreviver ao próprio desespero.
  Acordar hoje, com a notícia do suicídio do homem que me impediu de fazer alguma coisa mesmo sem saber da minha existência me desestruturou.
  Nós fãs sabemos de uma parcela do que se passava em sua vida, vimos seus depoimentos, seus desabafos, sua dor, seus medos e vícios. Mas a gente não sabe o que se passava em seu coração o tempo todo. A gente nunca sabe o que se passa no coração do outro. E isso é triste.
  Eu poderia escolher palavras de maior impacto, mas eu quero ser crua nesse texto, neste desabafo. Quem me vê chorando não sabe o que eu sinto, não sabe o que sou capaz.
  É esse o maior peso do mundo. Um dia estamos aqui, no outro não estamos mais. Não sabemos o tamanho do desespero daquele que amamos e nem os que o impulsionam a tomar atitudes irreversíveis. 
  Já perdemos muito. Eu. Você. Todos nós.
  Perdemos animais, amigos, família, ídolos. Todos os dias.
  Aprendemos a lidar com a saudade, mas a dor continua.
  Eu nunca tive a chance de dar um abraço no Chester, e jamais irei ter.
  Mas meu amor por ele, será eterno. E sua voz continuará embalando meu sono e meus sonhos.
 
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