sábado, 27 de dezembro de 2014

INSTAGRAM DO MÊS.

   Quem é vivo sempre aparece, correto? E eu como não consigo parar de pensar neste blog, mesmo sem tempo acabo dando um jeitinho de postar aqui! Percebi que não postei o instagram do mês de novembro, mas aqui estamos nós com o mês de dezembro haha
  1. Para quem não sabe estou participando do #Desafioprimeira do blog Primeira esquerda, quem não sabe o que é, corre lá pra ver, o tema era Exagero, então postei meus preciosos livros!
  2. Tira foto no espelho pra postar.. Não, espera. Só uma foto minha mesmo, haha
  3. Melhor show da vida, melhor show da vida, melhor show da vida! Show de aniversário da trupe mais linda do Brasil. Onze anos de Teatro Mágico.
  4. Foto de novembro paras não passar em branco, Myy Preccioooouuuusssssssss!
  5. Ingressos do show, na época eu não sabia que seria o melhor show da vida (Okay, parei.)
  6. Uma rosa linda que encontrei na Paulista.
  7. Desafio primeira era verde e vermelho, clima bem natalino, e meu vício maior, Sturbucks.
  8. Uma foto com o amor da minha vida, não poderia faltar né? Meu namorado, meu príncipe.
  9. Minha irmã foi minha modelo, o desafio era brilhante, e eu particularmente amei essa foto.
  E foi isso, gostaram das fotos? Vocês participam do Desafio Primeira? 

Deixem o instagram de vocês nos comentários. Para quem não sabe meu instagram é @TatianaGallner.
  Beijos!

sábado, 13 de dezembro de 2014

Cartas de amor aos mortos.

Li esse livro tem alguns meses, confesso. Reli tem poucas semanas. Pois confesso também, senti saudades.

  Nunca tinha ouvido falar da autora (Ava Dellaira) mas a primeira vez que vi o livro fiquei com uma vontade enorme de ler, tanto a capa quanto o nome me chamaram muito a atenção. É complicado explicar os meus sentimentos ao ler um livro tão simples, todavia tão repleto de emoção, tão verdadeiro e com uma nostalgia enorme que parte o coração.


 "Tudo começa com uma tarefa para a escola: escrever uma carta para alguém que já morreu. Logo o caderno de Laurel está repleto de mensagens para Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse, Heath Ledger, Judy Garland, Elizabeth Bishop… apesar de ela jamais entregá-las à professora. Nessas cartas, ela analisa a história de cada uma dessas personalidades e tenta desvendar os mistérios que envolvem suas mortes. Ao mesmo tempo, conta sobre sua própria vida, como as amizades no novo colégio e seu primeiro amor: um garoto misterioso chamado Sky. Mas Laurel não pode escapar de seu passado. Só quando ela escrever a verdade sobre o que se passou com ela e com a irmã é que poderá aceitar o que aconteceu e perdoar May e a si mesma. E só quando enxergar a irmã como realmente era — encantadora e incrível, mas imperfeita como qualquer um — é que poderá seguir em frente e descobrir seu próprio caminho."  


   A primeira carta de Laurel vai para Kurt Cobain: "Quando olho para Sky lembro que o ar não é apenas algo que existe, mas que se respira. Mesmo que esteja do outro lado do pátio, consigo ver o peito dele se movendo. Não sei porque, mas, neste lugar cheio de desconhecidos, fico feliz que Sky e eu estejamos respirando o mesmo ar. O mesmo ar que você respirou. O mesmo ar que May respirou. "

  De uma forma pessoal ela escreve as cartas quase como se fosse um diário, coloca ali seus questionamentos, suas dúvidas e seus medos. Todas as cartas são direcionadas aos artistas que achamos conhecer, pois com as palavras de Laurel é possível descobrir um lado mais real, humano e o passado de cada um deles, com casos que muitas vezes a personagem se identifica e por isso se sente a vontade para escrever para tal pessoa. Com essas cartas é possível descobrir melhor a personalidade de Laurel, de sua falecida irmã May, e dos ídolos delas, que podem vir a ser o de vocês também.
 
   
  É um dos livros mais belos que já li, e provavelmente o que me fez derramar mais lágrimas. Laurel perdeu sua irmã recentemente, além de ter que aprender a lidar com isso ela precisa conviver com novas pessoas, em uma nova escola, a escola que era da sua irmã. É uma mudança muito dolorosa e complicada, e o livro é tão verdadeiro ao demonstrar os sentimentos de perda, solidão e medo.

  Um dos grandes mistérios do livro é a morte de May, o que podemos perceber é que no início Laurel tinha uma visão muito fantasiosa da irmã, como se ela fosse uma heroína ou uma daquelas garotas que tem a vida perfeita dos colegiais americano, aquelas que costumávamos ver na seção da tarde, sabe? Mas ao escrever as cartas, além de desabafar ela começa a ordenar seus sentimentos, pensamentos e memórias. Surge um sentimento de raiva em seu coração ao perceber que a irmã não era perfeita e estava longe de ser. Mas o amor por ela é maior do que qualquer coisa e o laço que elas tinham entre si a morte não foi capaz de cortar.

  
  Em meios as cartas, auto-conhecimento e descobertas, ela se vê perdidamente apaixonada por Sky, um garoto mais velho e misterioso.

  Laurel entra em grandes conflitos ao perceber que os fantasmas de seu passado e a dor que carrega no coração poderiam interferir nessa paixão tão ingênua e sincera. E esse amor nos prende a cada página, li o livro desejando e torcendo para que tudo desse certo, pois é uma leitura tão pessoal que me senti amiga dela.

  Em meio a tantas doses de sentimentalismo a leitura flui rápido, e o final é surpreendente e um dos mais lindos que já li.


  Espero que vocês leiam o livro pois é maravilhoso, espero também que tenham gostado da resenha! Sei que estou bastante sumida, mas juro, o tempo pra mim passa mais rápido que para vocês, só pode ser isso haha. Mas prometo tentar voltar em breve.

  Um beijo!

 
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